Noemia Rocha solicita implantação de academias ao ar livre

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Créditos da foto: Chico Camargo/CMC

      Por iniciativa da vereadora Noemia Rocha (PMDB), foi encaminhado, recentemente, uma série de requerimentos à prefeitura de Curitiba, entre eles, dois sugerindo estudos e implantação de academia ao ar livre, com o objetivo de promover uma vida mais saudável para a população e melhorar a ocupação de espaços públicos.

      A parlamentar sugeriu que recebessem o equipamento a Praça Guairacá, localizada entre as ruas Jair Fernandes de Araújo e Alfredo José Pinto, no bairro Fazendinha; e um espaço na rua Alterosa, próximo ao número 16, no Bairro Alto.

       De acordo com a propositora, ambos os locais foram sugeridos pela comunidade. Além de melhorar a qualidade de vida e o bem-estar físico e emocional, os frequentadores das academias ao ar livre melhoram a integração social e a comunicação.

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Comissão de Saúde acata medidas de segurança em piscinas da cidade

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Comissão de Saúde acatou o trâmite dos seis projetos da pauta durante reunião nesta segunda-feira. (Foto: Chico Camargo/CMC)

     A Comissão de Saúde, Bem-Estar Social e Esporte da Câmara Municipal acatou o projeto de lei que institui 12 medidas de segurança para piscinas, de iniciativa de Dr. Wolmir Aguiar (PSC) e relatoria de Maria Letícia Fagundes (PV). O colegiado também deu trâmite às outras cinco propostas em análise durante reunião nesta segunda-feira (4).

     Segundo a proposta (005.00056.2017), alguns itens serão obrigatórios, como um botão de emergência; um dispositivo de segurança que cubra o ralo de fundo, permitindo o escoamento de água e impedindo a sucção; um piso antiderrapante ao redor da piscina, que deverá ser sinalizada e ter o acesso controlado; elaboração de um código de conduta local que coíba saltos e acrobacias; além de obrigatoriedade de um guarda-vidas presente no local.

Fonte: Site da CMC

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4 meses depois, prefeitura ainda não tem resposta para infecção que causou morte

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Unidade de Saúde Medianeira, no Boa Vista, chegou a fechar após infecção de quatro pacientes idosos. Foto: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo.

Mulher de 62 anos foi infectada com outros três pacientes ao tomar vacina da gripe há quase dois meses na unidade Medianeira

Após quatro meses, a prefeitura de Curitiba ainda investiga as causas da infecção bacteriana que levou à morte uma mulher de 62 anos no último sábado (19). A paciente estava internada desde 27 de abril, quando recebeu a dose da vacina contra a gripe na Unidade de Saúde Medianeira, no bairro Boa Vista. O posto chegou a ser interditado uma semana depois, mas já reabriu. Além da paciente que morreu, outros três idosos contraíram infecção na mesma unidade de saúde, mas já receberam alta. O óbito ocorreu após quatro meses de internamento e má evolução do quadro clínico, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.

De acordo com a prefeitura, a sindicância já foi concluída, mas um inquérito está em curso na Procuradoria Geral do Município (PGM). A unidade do bairro Boa Vista chegou a ser fechada por quase três meses e só reabriu no dia 27 de julho, após readequação estrutural e de capacitação da equipe que atende o bairro.

A Secretaria Municipal de Saúde chegou a anunciar que a verificação deveria terminar ainda em maio, três semanas após o internamento da mulher e dos outros três idosos, mas a PGM pediu ampliação no prazo para apurar as causas. Cerca de 500 mil pessoas já foram vacinadas em Curitiba e quatro morreram em decorrência da gripe.

Higiene

A vereadora Noemia Rocha (PMDB), da bancada da oposição na Câmara, espera que o inquérito apresente uma prova definitiva ainda nesta semana. Nesta segunda-feira (21), ela mandou para a prefeitura de Curitiba um terceiro pedido de informação sobre o caso – os outros dois ainda não foram respondidos. A administração municipal afirma que não estabeleceu uma data para a conclusão dos trabalhos para não atropelar as investigações.

Na manhã desta segunda (21), a vereadora disse na tribuna do legislativo que a causa da infecção da mulher pode ter sido a falta de higiene pessoal de uma servidora do posto de saúde. “Foram descartadas como causas a vacina e o local, ou seja, a unidade de saúde. A única conclusão, que ainda não é oficial, é que a infecção possa ter vindo das mãos da servidora. Ela se defendeu durante o processo dizendo que em decorrência do excesso das vacinas não teve tempo nem de lavar as mãos. É o que recebi de informação”, afirma a vereadora.

Outra servidora, de outra unidade de saúde, fez uma declaração formal à Noemia Rocha (PMDB) nos mesmos termos durante a sindicância, alertando que essa é uma prática recorrente. Ela pediu anonimato.

De acordo com a vereadora, o excesso de trabalho e a falta de servidores são reclamações constantes nos postos de saúde. “É comum a afirmação da falta de tempo. É um fator a se observar. Falta também ventilação na unidade, os servidores têm apenas um banheiro para usar. É totalmente inadequado”, afirma.

Fonte: Gazeta do Povo

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Em busca de informações

Falamos na sessão plenária desta segunda-feira, sobre o falecimento da D. Iara Rita P. Silva que sofreu uma infecção depois de tomar uma vacina na Unidade de Saúde Medianeira. Fizemos um Pedido de informações oficiais à prefeitura sobre o episódio e ainda estamos aguardando a resposta.

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