Código de sistema de bilhetagem não pertence à Urbs, diz ex-presidente do ICI

Câmara Municipal de CuritibaJackson Carvalho Leite defende que Urbs se recusou a pagar quantia a mais para ser dona do software. Opinião diverge do que disse o ex-presidente da Urbs Marcos Isfer à CPI

      O ex-presidente do Instituto Curitiba Informática (ICI) Jacskon Carvalho Leite disse nesta quinta-feira (3) à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do transporte público, da Câmara dos Vereadores de Curitiba, que o código-fonte do sistema de bilhetagem eletrônica dos ônibus não pertence à Urbs. Ele relatou que uma quantia a mais deveria ter sido paga para que o programa fosse comprado, mas que, à época, a empresa que administra os ônibus da capital relatou não ter dinheiro para bancar essa diferença.

      A afirmação vai contra o que disse o ex-presidente da Urbs Marcos Isfer, no último dia 19, quando falou à CPI sobre o Sistema de Bilhetagem Eletrônica (SBE). Isfer citou que “o código-fonte pertence à Urbs através do ICI [Instituto Curitiba Informática]”. O que causa um impasse é o fato de o ICI ter subcontratado a empresa Datapron para desenvolver o sistema. Em agosto, a Urbs chegou a receber uma proposta de venda do sistema pela Datapron por R$ 4 milhões. A briga foi parar na Justiça depois que a negociação fracassou.

Fonte: Gazeta do Povo

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Licitação de lojas da Rodoviária será no dia 4 de novembro

rodoviaria_curitibaO edital de licitação prevê a contratação de 17 permissionários pelo prazo de até oito anos

      A primeira licitação para ocupação de lojas na Rodoviária de Curitiba será realizada no dia 4 de novembro, em sessão pública, a partir das 9 horas, no auditório da Urbs. O aviso de licitação foi publicado nesta quarta-feira (2) no Diário Oficial do Município, Diário Oficial do Estado e jornal de grande circulação. O edital de licitação, disponível no site da Urbs (www.urbs.curitiba.pr.gov.br) a partir desta quarta-feira, prevê a contratação de 17 permissionários pelo prazo de até oito anos, mediante pagamento de outorga e permissão de uso.

      A licitação, no tipo concorrência (002/2013), terá os vencedores definidos pela maior oferta para outorga. Os valores de outorga variam, de acordo com a localização e a metragem dos espaços, de R$ 23.520,00 a R$ 217.668, 00, com possibilidade de parcelamento, sendo a primeira parcela paga até três dias úteis depois da publicação dos resultados da licitação. Os valores para permissão de uso, com pagamentos mensais, variam de R$ 1.960,00 a R$ 18.139,00.

Fonte: Bem Paraná

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Não havia necessidade de um segundo parecer, diz Marcos Isfer

(Foto – Andressa Katriny)

(Foto – Andressa Katriny)

      Em depoimento à CPI do Transporte Coletivo da Câmara Municipal, na tarde desta quinta-feira (19), o ex-presidente da Urbs (gerenciadora do transporte coletivo de Curitiba), Marcos Isfer, admitiu que não houve um parecer final do departamento jurídico da empresa após mudanças realizadas no edital de licitação do sistema, realizada em 2009. A existência das alterações foram confirmadas em relatório fruto de auditoria interna realizada pela Urbs e entregue à CPI.

     Segundo Isfer, presidente entre 2009 e 2012, não havia necessidade de o departamento jurídico apresentar um segundo parecer, sendo que todas as recomendações feitas foram acatadas. “A medida em que aquilo que é apontado como falha é suprido, contenta o jurídico. Em nenhum momento se fala em ilegalidade, mas em irregularidades, que pode ser apenas uma correção. Em momento algum do processo houve ausência do jurídico”, garantiu.

     As informações foram prestadas em resposta a questionamento formulado por Professora Josete (PT). Para a parlamentar, o depoimento serviu para que as investigações avançassem em alguns pontos, apesar de acreditar que muitas perguntas não foram respondidas de maneira satisfatória. “Essa afirmação do Isfer é muito grave, pois, caso seja confirmada essa não revisão do edital, pode resultar na anulação de todo o processo licitatório”, apontou.

     Já em relação a procedimentos que poderiam ser tomados para reduzir o preço da passagem, conforme pergunta de Mauro Ignacio (PSB), o gestor apontou a redução do número de gratuidades concedidas (que respondem por 14% do número de passageiros transportados), o combate à evasão (pessoas que “furam” o ônibus) e, ainda, mudanças na planilha que define a remuneração das empresas. “Em estações próximas a colégios, em dias de jogos de futebol ou grandes eventos, temos um alto índice de evasão, que varia entre a 5 a 7%. No dia a dia, isso significa uma perda bastante razoável”, revelou Isfer.

     Em posse dos dados, o relator da CPI, vereador Bruno Pessuti (PSC), comentou que, caso a evasão fosse zerada, seria possível reduzir o valor da tarifa em até R$ 0,14. “Este é um dado importante, afinal, são pessoas transportadas de graça e que, de pagassem em passagem, ajudariam a reduzir os custos”, argumentou o relator.

    Outro tema debatido com Marcos Isfer foi a possibilidade de os ônibus utilizarem as laterais e os vidros traseiros para exibir publicidade comercial. A sugestão veio de Paulo Rink (PPS), que acredita ser possível reduzir o valor da passagem ao reinvestir no sistema os recursos arrecadados com publicidade. Isfer explicou que o município optou por fazer apenas publicidade institucional nos veículos, para evitar uma excessiva poluição visual. Ainda segundo ele, adotar a medida é possível, mas depende de uma decisão política, e não da Urbs.

    No depoimento, que durou cerca de quatro horas, Valdemir Soares (PRB), Noemia Rocha (PMDB), Chicarelli (PSDC) e Rogério Campos (PSC) formularam perguntas a respeito da elaboração do edital de licitação, gestão do Fundo de Urbanização de Curitiba (FUC), bilhetagem eletrônica, planilha de custos da tarifa, contratos com o ICI, entre outras questões.

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Fonte: Site da CMC

Em depoimento à CPI, Marcos Isfer critica auditoria na Urbs

Em nota lida no plenário, Marcos Isfer disse que a comissão que audita a Urbs não é isenta, porque a mesma seria formada por alguns autores da ação popular movida contra o edital de licitação. (Foto – Anderson Tozato)

Em nota lida no plenário, Marcos Isfer disse que a comissão que audita a Urbs não é isenta, porque a mesma seria formada por alguns autores da ação popular movida contra o edital de licitação. (Foto – Anderson Tozato)

      A CPI do Transporte Coletivo da Câmara Municipal de Curitiba ouve, desde o início da manhã desta quinta-feira (19), o ex-presidente da Urbanização de Curitiba (Urbs), Marcos Valente Isfer. O convocado, que responde questionamentos dos vereadores sobre os indícios de irregularidades no edital da licitação do serviço, leu uma nota de esclarecimento que critica a auditoria realizada pela atual gestão municipal na empresa que gerencia o transporte público da capital.

     “Eu aguardava, com certa ansiedade, a oportunidade de ser ouvido pela CPI. Tenho acompanhado o trabalho de longe e esperava a oportunidade do contraditório, para esclarecer os fatos. Fui procurado insistentemente pela imprensa para falar sobre a investigação, mas por respeito à Casa, à CPI, preferi deixar para falar quando fosse ouvido pela Câmara”, disse Isfer.

Fonte: Site da CMC

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Vereadores questionam controle da Dataprom sobre bilhetagem eletrônica

Vereadores são orientados quanto aos procedimentos técnicos do controle de trânsito. (Foto – Anderson Tozato

Vereadores são orientados quanto aos procedimentos técnicos do controle de trânsito. (Foto – Anderson Tozato

     Em diligência à sede da Urbanização de Curitiba (Urbs), na manhã desta quinta-feira (29), os vereadores da CPI do Transporte Coletivo da Câmara de Curitiba questionaram o presidente da entidade, Roberto Gregório, sobre o sistema de bilhetagem eletrônica – controle do pagamento de passagem por meio do cartão transporte. O presidente da Comissão, Jorge Bernardi (PDT), alertou para o poder dado à Dataprom, que possui “tentáculos” em diversos serviços da cidade.

     “Falando como cidadão, entendo que a postura da empresa Dataprom deixa dúvidas. Além de controlar as catracas, eles detém o controle sobre os semáforos da cidade e o poder público permanece alheio a este procedimento”.

     A afirmação foi feita após o parlamentar perguntar a Gregório sobre a possibilidade de auditoria no sistema de bilhetagem controlado pela Dataprom. O presidente da Urbs respondeu que, “no momento, precisamos do código-fonte para acesso, mas esta informação é exclusiva entre o Instituto Curitiba de Informática (ICI) e a empresa Dataprom, em conformidade com o contrato que eles celebraram”.

Fonte: Site da CMC

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CPI do Transporte divulga balanço das empresas na internet

Os vereadores da Câmara de Curitiba devem atuar na fiscalização do Poder Executivo municipal.

     Cumprindo com o que foi acordado entre a CPI do Transporte Coletivo e os contadores do Setransp (Sindicato das Empresas de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana) no dia 16 de agosto, a equipe técnica da comissão de inquérito digitalizou todos os documentos entregues pelo sindicato aos vereadores da Câmara de Curitiba. Na ocasião, Valmir Monbach e Vinicios Gapski entregaram cerca de duas mil páginas à CPI (seis volumes encadernados), que agora estão disponíveis para consulta pública na internet.

    O material está dividido em quatro seções diferentes, na página da CPI do Transporte na internet (link aqui). No primeiro bloco de documentos está o relatório consolidado da auditoria feita pela consultoria Muller & Prei nos três consórcios que operam em Curitiba. Também foram criadas divisões para a documentação de cada consórcio: Pioneiro, Pontual e Transbus. As empresas de ônibus alegam prejuízo contábil de R$ 26 milhões desde a assinatura dos contratos com a Urbs (32 meses atrás).

     A documentação entregue pelos técnicos da Setransp é pública e será verificada pelos membros da CPI, formada por Jorge Bernardi (PDT), presidente, Bruno Pessuti (PSC), relator, Serginho do Posto (PSDB), vice-presidente, Valdemir Soares (PRB), vice-relator, Chicarelli (PSDC), Chico do Uberaba (PMN), Cristiano Santos (PV), Geovane Fernandes (PTB), Mauro Ignacio (PSB), Noemia Rocha (PMDB), Paulo Rink (PPS), Professora Josete (PT) e Toninho da Farmácia (PP).

Fonte: Site da CMC

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CPI convoca representantes do administrativo e financeiro da URBS para a reunião desta quinta-feira

cmc_brasao     Para a reunião da CPI do Transporte Coletivo de Curitiba, nesta quinta-feira (22), às 9 horas, no plenário da Câmara Municipal, foram convocados representantes do administrativo e financeiro da Urbanização de Curitiba (Urbs). A comissão vai ouvir o ex-diretor Edmundo Rodrigues da Veiga Neto, e Wilhelm Eduard Milward de Azevedo Meiners, atual diretor administrativo e financeiro da Urbs.

       Jorge Bernardi (PDT), presidente, e os demais integrantes da CPI esperam que, nesta reunião, os representantes da Urbs expliquem alguns questionamentos referentes à licitação para operação do sistema; as multas aplicadas às empresas de ônibus, o valor descontado dos funcionários e o destino da arrecadação; os números das multas aplicadas no período de janeiro a dezembro de 2012; a falta de licitação para contratação da empresa Dataprom e do HSBC; os motivos da compra de 400 ônibus do mesmo fabricante; e a eventual preferência por determinadas empresas no processo de licitação.

Fonte: Site da CMC

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