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Posts Tagged ‘saúde’

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Comissão de Saúde irá convocar o secretário da Defesa Social, Algacir Mokalovski, para tratar do caso de agressão a uma servidora na UPA Boa Vista. (Foto: Chico Camargo/ CMC).

     Em reunião nesta segunda-feira (24), a Comissão de Saúde, Bem-Estar Social e Esporte decidiu que irá convocar o secretário municipal da Defesa Social, Algacir Mikalovski, para se manifestar sobre o caso de agressão ocorrido na última quinta-feira (20), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Boa Vista, em que uma enfermeira foi agredida por uma paciente que aguardava atendimento. “É inimaginável um servidor público ser agredido no seu trabalho. Não é culpa dele que não há médico para o atendimento”, declarou a presidente do colegiado, Maria Leticia Fagundes (PV).

     Mestre Pop (PSC) comentou que esse tipo de ocorrência é comum em diversos pontos da cidade, e relatou casos parecidos na UBS Dom Bosco, no Campo de Santana. Para ele deveria haver guardas municipais para cuidar dos equipamentos públicos.

     Outro tema discutido na reunião, elencado pela presidente Maria Leticia, foi uma demanda do Conselho Municipal de Saúde da CIC sobre a falta de medicamentos nas unidades de saúde do bairro. “Vamos pedir informações ao Município sobre como está a distribuição de remédios nos equipamentos”, disse. “Podemos pedir dados também sobre o número efetivo de médicos, já que isso motivou as agressões aos servidores”, acrescentou Noemia Rocha, sugestão que foi acatada pelo colegiado.

Projetos em pauta

     A Comissão de Saúde acatou o parecer do vereador Mestre Pop que pede mais informações à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) sobre o projeto de lei de Felipe Braga Côrtes (PSD) que autoriza as food bikes em Curitiba (005.00004.2017). Segundo Mestre Pop, a pasta precisa se manifestar sobre como se fará o acompanhamento da higienização e armazenamento dos alimentos.

     A atuação de food bikes em Curitiba foi proposta por Braga Côrtes por meio da inclusão do artigo 2º na lei municipal 14.634/2015, que regulamenta os food trucks, na capital. A proposta autoriza “veículos de propulsão humana, assim considerados os equipamentos montados sobre bicicletas, triciclos ou congêneres”. Define também que os pontos a serem liberados para exploração da atividade nos espaços públicos deverão respeitar uma distância mínima das feiras municipais, a ser determinada pela Prefeitura de Curitiba.

     A vereadora Noemia Rocha pediu vista ao projeto de Dr. Wolmir Aguiar (PSC) que declara de utilidade pública o Clube de Mães que Oram (014.00002.2017). A relatora da matéria, Maria Leticia Fagundes, havia dado parecer pela devolução ao autor. Segundo ela, faltavam dados que demonstrassem a “utilidade pública” da instituição que tem apenas um ano de funcionamento.

     Também integram a Comissão de Saúde, Bem-Estar Social e Esporte os vereadores Oscalino do Povo (PTN) e Osias Moraes (PRB).

Fonte: Site da CMC

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tribuna_certificado_ak     “É errado acreditar que um sistema de saúde curativo, com orçamento limitado, vai resolver o problema da população” alertou o advogado David Castro Stacciarini, nesta quarta-feira (9), durante a Tribuna Livre da Câmara Municipal de Curitiba. Sócio e um dos fundadores da Docway, ele é formado em Direito pela Universidade Positivo com cursos de extensão em Harvard, no MIT e na Universidade de Copenhague. “Nos últimos 15 anos, estudei sistemas de saúde no mundo todo”, contextualizou.

     David Castro defendeu uma mudança de paradigma na saúde brasileira, sugerindo a adoção de um modelo orgânico como o implantado pela Islândia. “Com o atual sistema curativo, o foco é tratar, não é prevenir. A pessoa entra doente, verifica-se se ela preenche determinados requisitos, em geral técnicos e o tratamento é iniciado. É linear. Só que a vida não é linear, é orgânica”, argumentou o especialista em Direito da Saúde, membro de diversas organizações internacionais ligadas à área.

     “A Islândia foi considerada o país mais feliz do mundo depois de, num momento de crise, ter apostado na saúde”, disse, após relacionar a forma como o país enfrentou uma grave situação financeira a um cenário semelhante experimentado pela Grécia. David Castro apontou que, em ambos os casos, o o FMI (Fundo Monetário Internacional) recomendou que eles cortassem 40% dos gastos com saúde. Enquanto na Grécia isso levou ao colapso de medidas preventivas, levando a um surto de malária e piora dos indicadores básicos, na Islândia o sistema foi redesenhado para reforçar a medicina preventiva.

     Convidado pela presidente da Comissão de Saúde do Legislativo, Noemia Rocha (PMDB), David Castro não fez propostas objetivas aos vereadores, optando por apresentar as linhas gerais do paradigma de uma “saúde orgânica”, em oposição ao sistema “curativo”. “Precisamos aprofundar o debate”, disse a vereadora, “e organizaremos um seminário, ou audiência pública, para detalhar o assunto, para transformá-lo em algo prático”.

Fonte: Site da CMC

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vacinaA meta da Sesa é vacinar 2,3 milhões de pessoas até o fim da campanha

     O “Dia D” contra a gripe será neste sábado (30). Neste dia, todas as unidades de saúde estarão abertas das 8h da manhã até as 17h para que as pessoas que fazem parte do grupo prioritário, segundo recomendações do Ministério da Saúde. Em Curitiba, a vacinação acontecerá também em alguns supermercados e shoppings da cidade.

     A campanha busca incentivar a vacinação contra os vírus da Influenza A (H1N1), B e H3N2, que circularam no país no último ano. No Paraná, a meta da Secretaria do Estado da Saúde (Sesa) é vacinar 2,3 milhões de pessoas. Desde o início da campanha na última segunda-feira (25), 359 mil doses da vacina foram aplicadas no estado.

Quem pode se vacinar

       A vacina será aplicada gratuitamente à crianças de seis meses a 5 anos incompletos (4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, mulheres que tiveram bebês há até 45 dias, trabalhadores da saúde, população indígena, idosos e a população carcerária. Pessoas com doenças respiratórias, cardíacas, renais, hepáticas e neurológicas crônicas também poderão receber a dose gratuitamente. Pacientes com diabete, imunossupressão, obesos, transplantados e portadores de trissomia, como a Síndrome de Down, por exemplo, também devem ser vacinados durante a campanha, que vai até o dia 20 de maio.

Fonte: Gazeta do Povo

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hospital_trabalhador      Os hospitais que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Curitiba terão R$ 1,480 milhão a mais, em 2016, para custear o tratamento médico da população. O valor é a soma de quatro emendas coletivas da Câmara Municipal ao orçamento, com contribuições de 20 dos 38 vereadores. A maior emenda coletiva, no valor de R$ 1 milhão, é destinada ao Fundo Municipal de Saúde, que centraliza o repasse aos hospitais que integram a rede SUS na cidade (308.00460.2015). A ressalva é que o recurso pague por ações de média e alta complexidade.

      Para esta emenda contribuíram Noemia Rocha (PMDB) com R$ 306 mil; Valdemir Soares (PRB) com R$ 250 mil; Bruno Pessuti (PSC) com R$ 100 mil; Tiago Gevert (PSC) com 80 mil; Paulo Salamuni (PV) com 60 mil; Felipe Braga Côrtes (PSDB) com R$ 50 mil; Tico Kuzma (PROS), Dona Lourdes (PSB) e Professora Josete (PT) com R$ 30 mil cada; Mauro Ignácio (PSB) com R$ 24 mil; Pedro Paulo (PT) com R$ 20 mil; Pier Petruzziello (PTB) e Jonny Stica (PT), com R$ 10 mil cada.

      Outra emenda (308.00244.2015), no valor de R$ 60 mil, complementou o repasse ao Fundo Municipal de Saúde. Ela é assinada por Dirceu Moreira (PSL), Jorge Bernardi (Rede), Salamuni e Valdemir Soares.

Hospitais públicos

        As outras duas emendas coletivas destinadas ao SUS também foram encaminhadas ao Fundo Municipal de Saúde, com a diferença de que os vereadores já estipularam de antemão que elas abastecerão o orçamento de hospitais públicos: o Hospital do Trabalhador, que receberá R$ 250 mil (308.00184.2015), e o Hospital do Idoso Zilda Arns, com aporte de R$ 170 mil (308.00102.2015). Em ambos os casos, o recurso pode ser usado para compra de equipamentos e material permanente.

        Destinaram recursos para o Hospital do Trabalhador os vereadores Felipe Braga Côrtes, Helio Wirbiski (PPS) e Pedro Paulo com R$ 30 mil cada; Cacá Pereira (PSDC), Dona Lourdes, Salamuni, Josete, Serginho do Posto (PSDB) e Tiago Gevert com R$ 20 mil cada; Jonny Stica, Pier Petruzziello, Tico Kuzma (Pros) e Tito Zeglin (PDT) com R$ 10 mil cada. Para o Hospital do Idoso, Pier Petruzziello e Valdemir Soares reservaram R$ 50 mil cada e os parlamentares Carla Pimentel (PSC), Colpani (PSB), Braga Côrtes, Helio Wirbiski, Jorge Bernardi, Pedro Paulo e Tito Zeglin separaram cotas de R$ 10 mil.

Combate às drogas

           Quatro vereadores assinaram emendas coletivas para políticas públicas antidrogas em Curitiba. O Fundo Municipal de Prevenção receberá R$ 300 mil de Noemia Rocha e R$ 50 mil de Sabino Picolo (308.00443.2015), que depois será destinado a entidades voltadas à recuperação de dependentes químicos. Professora Josete e Paulo Salamuni juntaram R$ 120 mil para a Secretaria Municipal da Defesa Social, também destinados a pessoas em situação de vulnerabilidade (308.00192.2015).

Fonte: Site da CMC

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vagas_concursoInscrições começam no dia 12 de fevereiro e vão até 11 de março

     A prefeitura de Curitiba lançou dois editais de concursos públicos para a contratação de 145 profissionais em três carreiras: professores, enfermeiros e técnicos de enfermagem. As inscrições começam no dia 12 de fevereiro e vão até 11 de março pelo site do Núcleo de Concursos da Universidade Federal do Paraná.

      O concurso para docência oferece 75 vagas, com remuneração de R$ 1.738,08 para uma jornada de 20 horas semanais – a remuneração poderá ter adicionais de provimento entre 10% e 30%. A taxa de inscrição é de R$ 100. São reservadas quatro vagas para pessoas com deficiência. A seleção terá prova objetiva, prova de desenvolvimento didático, avaliação de títulos e avaliação psicológica.

Fonte: Gazeta do Povo

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saude      A Comissão de Saúde, Bem-Estar Social e Esporte saiu das dependências da Câmara Municipal em 2015 para conhecer a realidade de hospitais conveniados e UPAs de Curitiba. A revisão da tabela do SUS, a regularização do repasse de recursos federais e o sucateamento da rede conveniada são alguns dos problemas identificados na série de vistorias. Ao todo, sete locais foram visitados.

    A fiscalização começou em 27 de março, com o Hospital Erasto Gaertner. Na ocasião, o superintendente, Adriano Lago, pediu apoio do Legislativo para a captação de recursos para a implantação de um sistema cirúrgico robótico (leia mais). A meta de arrecadação da verba, no entanto, não foi atingida no prazo devido e por iniciativa da própria Comissão de Saúde, a Casa abriu espaço para a instituição buscar apoio, para não perder a verba captada (confira aqui).

      Em 18 de junho, o colegiado esteve no Hospital Evangélico para verificar sua situação financeira. Na visita, o interventor da instituição, Fabrício Hito, prestou esclarecimentos sobre a falta de medicamentos, o fechamento do pronto socorro e ações trabalhistas (saiba mais). Dois meses depois, em 21 de agosto, a comissão identificou vagas ociosas para cirurgias no Hospital Santa Madalena Sofia. Na ocasião, a diretora-geral, Alessandra Campelo Picolo, afirmou que a instituição tem condições de ampliar os atendimentos, mas que as vagas demoram “a aparecer no sistema” (entenda).

       O Hospital Pequeno Príncipe foi vistoriado no dia 24 de setembro, quando o colegiado de Saúde se reuniu com a direção da instituição para falar sobre as finanças – já que 63% do atendimento é feito pelo SUS. Na época, o diretor corporativo, José Álvaro Carneiro, defendeu a revisão da tabela do SUS e do sistema de regulação de saúde (leia aqui).

UPAs

      Na vistoria à UPA do Boa Vista, no dia 03 de setembro, a comissão foi alertada por pacientes e funcionários de que a unidade funciona como pronto-socorro da Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Até o início do segundo semestre de 2015, dos 16 mil atendimentos/mês, 45% eram de moradores de outras cidades, como Colombo e Itaperuçu – números informados pela coordenadora de médicos, Jacqueline Santos (saiba mais).

      A principal demanda da UPA Campo Comprido em 2015 foi pela instalação de uma máquina de raios X. No dia 02 de outubro, a gerente do Distrito Sanitário de Santa Felicidade, Lara Cubis, ainda prestou esclarecimentos ao colegiado de Saúde sobre as filas de espera por atendimento, turnos dos médicos e estoques de medicamentos (leia mais).

      No dia 13 de novembro, a comissão recebeu reclamações sobre a falta de médicos e da estrutura que estaria defasada da Unidade Básica de Saúde (UBS) do Caiuá. Construída para atender cerca de 5 mil moradores, atualmente o equipamento assiste mais de 20 habitantes da região. “Só do Caiuá temos mais de 18 mil cadastrados”, contou, na época, a coordenadora do posto de saúde, Tania Andrioli (confira aqui).

Sindicância

       No dia 30 de junho, a presidente da Comissão de Saúde, Noemia Rocha (PMDB), foi indicada para representar a Câmara de Vereadores na investigação aberta pela Prefeitura de Curitiba, sobre a morte da paciente Maria da Luz das Chagas dos Santos, do lado de fora da UPA Fazendinha, no último dia 23 de junho. Na data, o então secretário municipal de Saúde, Adriano Massuda, esteve na Câmara para falar sobre o andamento da investigação (entenda).

Contas da SMS

      Em cumprimento à lei complementar federal 141/2012, o colegiado promoveu três audiências públicas de prestações de contas da SMS. Em 26 de fevereiro, ao apresentar contas do último quadrimestre de 2014 (setembro a dezembro), a pasta tratou do acordo entre a Prefeitura de Curitiba, hospitais e prestadores de serviços para a regularização dos atrasos no repasse de recursos públicos (leia aqui).

         Em 25 de maio, na audiência referente às contas dos primeiros quatro meses deste ano (janeiro a abril), a Secretaria de Saúde afirmou que a construção de um hospital público na região norte de Curitiba pode não ser iniciada em 2016 (saiba mais) e indicou o reforço de ações para a identificação e o combate dos focos do mosquito Aedes aegypti, o principal vetor da dengue (leia mais).

         A terceira audiência pública – referentes ao 2º quadrimestre de 2015 (maio a agosto) aconteceu no dia 30 de setembro. Na oportunidade, a secretaria esclareceu que os R$ 11 milhões devolvidos pelo Legislativo à Prefeitura de Curitiba em 2014 suplementaram o pagamento do Sistema Único de Saúde (SUS) pelo atendimento à população (leia aqui).

Pareceres

       Em 2015, a Comissão de Saúde ainda realizou 18 reuniões para a análise de 54 pareceres a projetos relacionados à saúde, assistência social, alimentação, nutrição e a práticas esportivas e de lazer. Uma das propostas que recebeu o aval do colegiado é que a obriga a realização de teste de diagnóstico de Síndrome de Down nas maternidades de Curitiba, de iniciativa de Felipe Braga Côrtes (PSDB).

       A matéria (005.00155.2015) já foi aprovada pela Câmara Municipal e sancionada pelo prefeito Gustavo Fruet (leia mais). Na prática, a lei municipal 14.770/2015 altera o Código Municipal de Saúde e obriga hospitais e maternidades públicas e privadas a realizarem o teste. No colegiado de Saúde, a proposta foi relatada por Valdemir Soares (PRB).

      Também foi favorável o parecer do colegiado à regulamentação do tempo de espera para atendimento em estabelecimentos de saúde, relatada por Noemia Rocha. O texto é de Mauro Ignácio (PSB) e determina a espera máxima de 30 minutos por atendimento em consultórios médicos e ambulatórios (005.00164.2015). Antes de estar pronto para o plenário, o projeto precisa ser analisado pelas comissões de Serviço Público e de Direitos Humanos, Defesa da Cidadania e Segurança Pública.

        Além dos vereadores já citados, integraram a Comissão de Saúde em 2015: Chicarelli (PSDC), Mestre Pop (PSC) e Paulo Rink (PR).

Fonte: Site da CMC

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(Foto: Andressa Katriny/CMC)

(Foto: Andressa Katriny/CMC)

    Diretor da área da Saúde do Grupo Marista, o médico Álvaro Quintas foi recebido na sessão de hoje (9). Ele pediu aos vereadores a destinação de recursos, via emendas parlamentares ao orçamento de 2016, para a aquisição de um aparelho de tomografia computadorizada para a Santa Casa e de um neuronavegador para o Hospital Cajuru. “As emendas muito nos ajudam para que possamos prestar serviços de qualidade”, disse. Segundo Quintas, o aparelho utilizado pela Santa Casa para as tomografias computadorizadas já é antigo e não atende mais a demanda pelo exame, “sempre crescente”.

     Quanto ao neuronavegador, o diretor da mantenedora dos hospitais disse que ele “diminui muito a possibilidade de lesão no ato operatório, para que a cirurgia seja segura e com menos trauma”. O médico também comentou a situação da rede conveniada ao Sistema Único de Saúde (SUS) de Curitiba. “Quero reforçar a abertura que a Casa tem dado às instituições de saúde. Faz três anos que o governo federal não faz nenhum tipo de reajuste. Estamos com defasagem”, disse. “Nunca passamos por uma dificuldade tão grande. O pior de tudo é a falta de perspectiva a curto prazo. Os hospitais estão em crise e vão entrar em colapso, principalmente pela falta de financiamento”, acrescentou Quintas.

Fonte: Site da CMC

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