Noemia Rocha solicita implantação de academias ao ar livre

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Créditos da foto: Chico Camargo/CMC

      Por iniciativa da vereadora Noemia Rocha (PMDB), foi encaminhado, recentemente, uma série de requerimentos à prefeitura de Curitiba, entre eles, dois sugerindo estudos e implantação de academia ao ar livre, com o objetivo de promover uma vida mais saudável para a população e melhorar a ocupação de espaços públicos.

      A parlamentar sugeriu que recebessem o equipamento a Praça Guairacá, localizada entre as ruas Jair Fernandes de Araújo e Alfredo José Pinto, no bairro Fazendinha; e um espaço na rua Alterosa, próximo ao número 16, no Bairro Alto.

       De acordo com a propositora, ambos os locais foram sugeridos pela comunidade. Além de melhorar a qualidade de vida e o bem-estar físico e emocional, os frequentadores das academias ao ar livre melhoram a integração social e a comunicação.

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Noemia Rocha comenta situação da saúde

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A vereadora manifesta sua solidariedade aos médicos e a população. Foto: Chico Camargo/CMC

     Um dos assuntos debatidos em plenário nesta semana, foi a greve deflagrada pelo Sindicato dos Médicos do Estado do Paraná (Simepar). Diante deste quadro, a vereadora Noemia Rocha (PMDB) demonstrou sua preocupação com a saúde, em especial a falta de comunicação com a prefeitura de Curitiba.

     “Voltamos às mesmas questões: o prefeito não ouve, não atende e a população sofre as dificuldades. Minha posição é de solidariedade aos médicos, mas muito mais em relação à população”, disse ela que complementou: “Greca está com o pensamento nos anos 90, quando não tinha transparência nem redes sociais”.

Saúde chamará secretário para tratar de agressão a servidora

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Comissão de Saúde irá convocar o secretário da Defesa Social, Algacir Mokalovski, para tratar do caso de agressão a uma servidora na UPA Boa Vista. (Foto: Chico Camargo/ CMC).

     Em reunião nesta segunda-feira (24), a Comissão de Saúde, Bem-Estar Social e Esporte decidiu que irá convocar o secretário municipal da Defesa Social, Algacir Mikalovski, para se manifestar sobre o caso de agressão ocorrido na última quinta-feira (20), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Boa Vista, em que uma enfermeira foi agredida por uma paciente que aguardava atendimento. “É inimaginável um servidor público ser agredido no seu trabalho. Não é culpa dele que não há médico para o atendimento”, declarou a presidente do colegiado, Maria Leticia Fagundes (PV).

     Mestre Pop (PSC) comentou que esse tipo de ocorrência é comum em diversos pontos da cidade, e relatou casos parecidos na UBS Dom Bosco, no Campo de Santana. Para ele deveria haver guardas municipais para cuidar dos equipamentos públicos.

     Outro tema discutido na reunião, elencado pela presidente Maria Leticia, foi uma demanda do Conselho Municipal de Saúde da CIC sobre a falta de medicamentos nas unidades de saúde do bairro. “Vamos pedir informações ao Município sobre como está a distribuição de remédios nos equipamentos”, disse. “Podemos pedir dados também sobre o número efetivo de médicos, já que isso motivou as agressões aos servidores”, acrescentou Noemia Rocha, sugestão que foi acatada pelo colegiado.

Projetos em pauta

     A Comissão de Saúde acatou o parecer do vereador Mestre Pop que pede mais informações à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) sobre o projeto de lei de Felipe Braga Côrtes (PSD) que autoriza as food bikes em Curitiba (005.00004.2017). Segundo Mestre Pop, a pasta precisa se manifestar sobre como se fará o acompanhamento da higienização e armazenamento dos alimentos.

     A atuação de food bikes em Curitiba foi proposta por Braga Côrtes por meio da inclusão do artigo 2º na lei municipal 14.634/2015, que regulamenta os food trucks, na capital. A proposta autoriza “veículos de propulsão humana, assim considerados os equipamentos montados sobre bicicletas, triciclos ou congêneres”. Define também que os pontos a serem liberados para exploração da atividade nos espaços públicos deverão respeitar uma distância mínima das feiras municipais, a ser determinada pela Prefeitura de Curitiba.

     A vereadora Noemia Rocha pediu vista ao projeto de Dr. Wolmir Aguiar (PSC) que declara de utilidade pública o Clube de Mães que Oram (014.00002.2017). A relatora da matéria, Maria Leticia Fagundes, havia dado parecer pela devolução ao autor. Segundo ela, faltavam dados que demonstrassem a “utilidade pública” da instituição que tem apenas um ano de funcionamento.

     Também integram a Comissão de Saúde, Bem-Estar Social e Esporte os vereadores Oscalino do Povo (PTN) e Osias Moraes (PRB).

Fonte: Site da CMC

Especialista propõe mudanças no sistema de saúde brasileiro

tribuna_certificado_ak     “É errado acreditar que um sistema de saúde curativo, com orçamento limitado, vai resolver o problema da população” alertou o advogado David Castro Stacciarini, nesta quarta-feira (9), durante a Tribuna Livre da Câmara Municipal de Curitiba. Sócio e um dos fundadores da Docway, ele é formado em Direito pela Universidade Positivo com cursos de extensão em Harvard, no MIT e na Universidade de Copenhague. “Nos últimos 15 anos, estudei sistemas de saúde no mundo todo”, contextualizou.

     David Castro defendeu uma mudança de paradigma na saúde brasileira, sugerindo a adoção de um modelo orgânico como o implantado pela Islândia. “Com o atual sistema curativo, o foco é tratar, não é prevenir. A pessoa entra doente, verifica-se se ela preenche determinados requisitos, em geral técnicos e o tratamento é iniciado. É linear. Só que a vida não é linear, é orgânica”, argumentou o especialista em Direito da Saúde, membro de diversas organizações internacionais ligadas à área.

     “A Islândia foi considerada o país mais feliz do mundo depois de, num momento de crise, ter apostado na saúde”, disse, após relacionar a forma como o país enfrentou uma grave situação financeira a um cenário semelhante experimentado pela Grécia. David Castro apontou que, em ambos os casos, o o FMI (Fundo Monetário Internacional) recomendou que eles cortassem 40% dos gastos com saúde. Enquanto na Grécia isso levou ao colapso de medidas preventivas, levando a um surto de malária e piora dos indicadores básicos, na Islândia o sistema foi redesenhado para reforçar a medicina preventiva.

     Convidado pela presidente da Comissão de Saúde do Legislativo, Noemia Rocha (PMDB), David Castro não fez propostas objetivas aos vereadores, optando por apresentar as linhas gerais do paradigma de uma “saúde orgânica”, em oposição ao sistema “curativo”. “Precisamos aprofundar o debate”, disse a vereadora, “e organizaremos um seminário, ou audiência pública, para detalhar o assunto, para transformá-lo em algo prático”.

Fonte: Site da CMC

Sábado é o “Dia D” contra a gripe; saiba onde se vacinar em Curitiba

vacinaA meta da Sesa é vacinar 2,3 milhões de pessoas até o fim da campanha

     O “Dia D” contra a gripe será neste sábado (30). Neste dia, todas as unidades de saúde estarão abertas das 8h da manhã até as 17h para que as pessoas que fazem parte do grupo prioritário, segundo recomendações do Ministério da Saúde. Em Curitiba, a vacinação acontecerá também em alguns supermercados e shoppings da cidade.

     A campanha busca incentivar a vacinação contra os vírus da Influenza A (H1N1), B e H3N2, que circularam no país no último ano. No Paraná, a meta da Secretaria do Estado da Saúde (Sesa) é vacinar 2,3 milhões de pessoas. Desde o início da campanha na última segunda-feira (25), 359 mil doses da vacina foram aplicadas no estado.

Quem pode se vacinar

       A vacina será aplicada gratuitamente à crianças de seis meses a 5 anos incompletos (4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, mulheres que tiveram bebês há até 45 dias, trabalhadores da saúde, população indígena, idosos e a população carcerária. Pessoas com doenças respiratórias, cardíacas, renais, hepáticas e neurológicas crônicas também poderão receber a dose gratuitamente. Pacientes com diabete, imunossupressão, obesos, transplantados e portadores de trissomia, como a Síndrome de Down, por exemplo, também devem ser vacinados durante a campanha, que vai até o dia 20 de maio.

Fonte: Gazeta do Povo

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Alterações no orçamento reforçarão atendimento no SUS com R$ 1,4 mi

hospital_trabalhador      Os hospitais que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Curitiba terão R$ 1,480 milhão a mais, em 2016, para custear o tratamento médico da população. O valor é a soma de quatro emendas coletivas da Câmara Municipal ao orçamento, com contribuições de 20 dos 38 vereadores. A maior emenda coletiva, no valor de R$ 1 milhão, é destinada ao Fundo Municipal de Saúde, que centraliza o repasse aos hospitais que integram a rede SUS na cidade (308.00460.2015). A ressalva é que o recurso pague por ações de média e alta complexidade.

      Para esta emenda contribuíram Noemia Rocha (PMDB) com R$ 306 mil; Valdemir Soares (PRB) com R$ 250 mil; Bruno Pessuti (PSC) com R$ 100 mil; Tiago Gevert (PSC) com 80 mil; Paulo Salamuni (PV) com 60 mil; Felipe Braga Côrtes (PSDB) com R$ 50 mil; Tico Kuzma (PROS), Dona Lourdes (PSB) e Professora Josete (PT) com R$ 30 mil cada; Mauro Ignácio (PSB) com R$ 24 mil; Pedro Paulo (PT) com R$ 20 mil; Pier Petruzziello (PTB) e Jonny Stica (PT), com R$ 10 mil cada.

      Outra emenda (308.00244.2015), no valor de R$ 60 mil, complementou o repasse ao Fundo Municipal de Saúde. Ela é assinada por Dirceu Moreira (PSL), Jorge Bernardi (Rede), Salamuni e Valdemir Soares.

Hospitais públicos

        As outras duas emendas coletivas destinadas ao SUS também foram encaminhadas ao Fundo Municipal de Saúde, com a diferença de que os vereadores já estipularam de antemão que elas abastecerão o orçamento de hospitais públicos: o Hospital do Trabalhador, que receberá R$ 250 mil (308.00184.2015), e o Hospital do Idoso Zilda Arns, com aporte de R$ 170 mil (308.00102.2015). Em ambos os casos, o recurso pode ser usado para compra de equipamentos e material permanente.

        Destinaram recursos para o Hospital do Trabalhador os vereadores Felipe Braga Côrtes, Helio Wirbiski (PPS) e Pedro Paulo com R$ 30 mil cada; Cacá Pereira (PSDC), Dona Lourdes, Salamuni, Josete, Serginho do Posto (PSDB) e Tiago Gevert com R$ 20 mil cada; Jonny Stica, Pier Petruzziello, Tico Kuzma (Pros) e Tito Zeglin (PDT) com R$ 10 mil cada. Para o Hospital do Idoso, Pier Petruzziello e Valdemir Soares reservaram R$ 50 mil cada e os parlamentares Carla Pimentel (PSC), Colpani (PSB), Braga Côrtes, Helio Wirbiski, Jorge Bernardi, Pedro Paulo e Tito Zeglin separaram cotas de R$ 10 mil.

Combate às drogas

           Quatro vereadores assinaram emendas coletivas para políticas públicas antidrogas em Curitiba. O Fundo Municipal de Prevenção receberá R$ 300 mil de Noemia Rocha e R$ 50 mil de Sabino Picolo (308.00443.2015), que depois será destinado a entidades voltadas à recuperação de dependentes químicos. Professora Josete e Paulo Salamuni juntaram R$ 120 mil para a Secretaria Municipal da Defesa Social, também destinados a pessoas em situação de vulnerabilidade (308.00192.2015).

Fonte: Site da CMC

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