Noemia Rocha comenta situação da saúde

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A vereadora manifesta sua solidariedade aos médicos e a população. Foto: Chico Camargo/CMC

     Um dos assuntos debatidos em plenário nesta semana, foi a greve deflagrada pelo Sindicato dos Médicos do Estado do Paraná (Simepar). Diante deste quadro, a vereadora Noemia Rocha (PMDB) demonstrou sua preocupação com a saúde, em especial a falta de comunicação com a prefeitura de Curitiba.

     “Voltamos às mesmas questões: o prefeito não ouve, não atende e a população sofre as dificuldades. Minha posição é de solidariedade aos médicos, mas muito mais em relação à população”, disse ela que complementou: “Greca está com o pensamento nos anos 90, quando não tinha transparência nem redes sociais”.

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Mais informações: questionados números de médicos e comissionados

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Noemia Rocha questiona o Executivo sobre os cargos em comissão. Além de informações detalhadas sobre as contratações, ela requer o comparativo com 2016. (Foto: Chico Camargo/CMC)

      Dezessete pedidos de informações oficiais, de iniciativa de oito vereadores, “passaram” pelo plenário durante esta semana. Lidos durante o pequeno expediente das sessões plenárias de segunda (29), terça (30) e quarta-feira (31), eles foram enviados à Prefeitura de Curitiba ou aos órgãos competentes. De Noemia Rocha (PMDB), por exemplo, é o requerimento que pede ao Poder Executivo o detalhamento dos cargos em comissão, com a quantidade, valor de cada salário e simbologias, especificando-os por órgãos da administração(062.00281.2017).
A vereadora também requer o comparativo com o último ano da gestão anterior, datas das nomeações e de posse dos cargos. Noemia justifica que as informações solicitadas devem-se à “aludida crise fiscal e financeira sobre o Município de Curitiba, e que tem motivado a adoção de medidas de austeridade, especialmente aquelas estampadas no chamado Pacote de Medidas de Ajuste Fiscal, em trâmite na Câmara Municipal”.

Fonte: Site da CMC

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Falta de médicos gera demora em atendimento na UBS Caiuá

“O problema desta unidade é o mais comum, a falta de médicos para atender a população”, avaliou Noemia Rocha. (Foto: Chico Camargo/CMC)

“O problema desta unidade é o mais comum, a falta de médicos para atender a população”, avaliou Noemia Rocha. (Foto: Chico Camargo/CMC)

     A Unidade Básica de Saúde (UBS) do Caiuá recebeu, nesta sexta-feira (13), a visita da presidente da Comissão de Saúde, Bem-Estar Social e Esporte da Câmara Municipal, Noemia Rocha (PMDB). A agenda, segundo a vereadora, partiu de reclamações como o baixo número de médicos para o atendimento à população, a demora para a realização de consultas e a falta de alguns insumos básicos para a execução dos trabalhos.

     Segundo a diretora do Distrito Sanitário CIC, Cynthia Calixto Fraiz, embora haja quatro médicos lotados na UBS do Caiuá, um deles recebeu a aposentadoria, outra está em licença-maternidade e, especificamente nesta sexta, um terceiro profissional está de atestado médico e só deve retornar ao trabalho na próxima segunda-feira (16). Essa é apontada como uma das justificativas para a demora no atendimento aos pacientes.

     “Um profissional para atender uma demanda de 300 pessoas por dia é muita coisa. Dessa forma não se pode garantir, inclusive, a qualidade do atendimento prestado”, comentou Noemia Rocha. Cynthia Fraiz acrescentou que existe a dificuldade em realocar médicos para a unidade do Caiuá: “Infelizmente muitos profissionais escolhem trabalhar em outros bairros, onde seja mais fácil organizar sua rotina”. “Mas eles são servidores públicos, precisam atender nos locais em que está a necessidade e não deixar ao critério do médico escolher onde quer trabalhar”, respondeu a vereadora.

     Para a coordenadora da UBS do Caiuá, Tania Mara Andrioli, a estrutura do local está defasada devido ao crescimento que o bairro teve nos últimos anos. “Este equipamento foi construído para atender uma população de cinco mil pessoas. Hoje temos mais de 20 mil habitantes nesta região. Só aqui na unidade já temos mais de 18 mil cadastros de pacientes”, contou.

      “O problema desta unidade é o mais comum, a falta de médicos para atender a população. Vou questionar a prefeitura sobre isso. Também vou requerer informações sobre a possibilidade de ampliação, para que seja garantido o atendimento das pessoas que vierem até este equipamento”, concluiu a vereadora Noemia Rocha.

     Também compõem a Comissão de Saúde os vereadores Chicarelli (PSDC), Mestre Pop (PSC), Paulo Rink (PR) e Valdemir Soares (PRB).

Fonte: Site da CMC