Entregue relatório da CPI ao Ministério Público Federal

Relatório final da CPI do Transporte Coletivo foi entregue à Procuradoria Federal no Paraná. (Foto – Adriano Rabiço/CMC)

Relatório final da CPI do Transporte Coletivo foi entregue à Procuradoria Federal no Paraná. (Foto – Adriano Rabiço/CMC)

     Integrantes da CPI do Transporte Coletivo entregaram, na manhã desta terça-feira (10), cópia do relatório final das investigações à representação do Ministério Público Federal no Paraná. O documento foi recebido pelo procurador-chefe substituto, Alessandro José Fernandes de Oliveira.

      Durante o encontro, Fernandes de Oliveira informou que o relatório será analisado em conjunto a outros órgãos, como o Cade e a Receita Federal, tendo em vista os indícios de formação de cartel e sonegação fiscal por parte das empresas operadoras do transporte coletivo na capital, respectivamente.

     “Deixamos nossas portas abertas à Câmara Municipal, porque sabemos que o povo brasileiro tem o bom costume de procurar os vereadores para levar suas demandas. A CPI tem este caráter instrumental de fiscalização e conhecemos o poder de atuação desta Casa”, declarou o procurador. Segundo ele, o relatório será entregue, ainda hoje, à procuradoria competente.

      O presidente da CPI, Jorge Bernardi (PDT), afirmou que a planilha do transporte coletivo abarca muitos gastos que só encarecem a tarifa para o usuário. Já Noemia Rocha (PMDB), comentou que “foi possível perceber durante as investigações que o usuário paga tudo, desde as gratuidades a outros custos”. O vereador Bruno Pessuti (PSC), relator da CPI, também participou da entrega do relatório, quando fez a apresentação dos resultados.

Fonte: Site da CMC

Leia Mais: http://www.cmc.pr.gov.br/ass_det.php?not=21947

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Relatório sugere tarifa 12% menor e indiciamento de ex-presidente da Urbs

transitoOutras nove pessoas também poderão ser indiciadas. Comissão apresentou ainda proposta para bilhete integral em Curitiba

      Depois de quatro meses de investigação, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara de Curitiba que analisou a situação do transporte coletivo na capital apresenta amanhã o relatório final para a aprovação dos vereadores. Além das propostas de redução em até 12% da tarifa e criação de um bilhete único, o documento sugere o indiciamento de pelo menos dez pessoas envolvidas na elaboração da licitação do sistema de transporte e dos sócios das empresas que venceram o edital por formação de cartel. A sugestão de indiciamento será enviada para o Ministério Público do Paraná (MP-PR) e para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

      No entendimento dos vereadores, aqueles que tiveram participação direta na elaboração do edital de licitação do transporte podem ser responsabilizados pelas irregularidades que foram levantadas ao longo desses meses. Entre as pessoas que podem ter seu indiciamento sugerido estão o ex-presidente da Urbs Marcos Isfer e o ex-diretor de transporte e presidente da comissão especial de licitação, Fernando Ghignone. Além deles, outros membros da comissão especial de licitação e funcionários que tiveram contato com o documento, como os responsáveis pela diretoria jurídica, também podem ser alvo de indiciamentos.

Fonte: Gazeta do Povo

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Empresário relatou ameaça, diz vereadora

branco     A vereadora Noemia Rocha (PMDB) afirmou ontem ter recebido relato de um empresário que afirmou não ter participado da licitação das concessões de linhas de ônibus de Curitiba, realizada em 2010, por conta de ameaças. Segundo ela, o empresário disse ter sido ameaçado por pessoas ligadas às empresas que já operavam o sistema, que teriam se dividido em consórcios para manter o controle do transporte coletivo da Capital.

    A CPI anunciou que deve realizar uma sessão extraordinária na semana que vem para avaliar essas informações. A vereadora se comprometeu a conversar pessoalmente com o denunciante hoje para verificar se ele está disposto a apresentar a denúncia à comissão.

Fonte: Bem Paraná

Denúncia

plenario5      Denúncia recebida pela vereadora Noemia Rocha (PMDB) pode resultar em reunião extraordinária, na próxima semana. A vereadora relatou ter sido procurada por empresário que não teria participado da licitação devido a ameaças das permissionárias, que se dividiram em consórcios e hoje operam o sistema.

      Segundo Noemia, ela conversará pessoalmente com o denunciante nesta sexta (25) e verificará se está disposto a apresentar a denúncia ao colegiado especial da Câmara de Curitiba.

Fonte: Site da CMC

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Noemia Rocha destaca debate

noemia3      A corregedora da Câmara Municipal de Curitiba, vereadora Noemia Rocha (PMDB), informou em seu twitter, nesta quinta-feira (24), sobre a sua participação na reunião da CPI do Transporte Coletivo, com o depoimento do ex-diretor de Transporte da URBS, Lubomir Ficinski, e presença de integrantes do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc).

      A parlamentar sempre teve compromisso com a transparência e informa a população todas as semanas sobre os debates e iniciativas da Casa.

Código de sistema de bilhetagem não pertence à Urbs, diz ex-presidente do ICI

Câmara Municipal de CuritibaJackson Carvalho Leite defende que Urbs se recusou a pagar quantia a mais para ser dona do software. Opinião diverge do que disse o ex-presidente da Urbs Marcos Isfer à CPI

      O ex-presidente do Instituto Curitiba Informática (ICI) Jacskon Carvalho Leite disse nesta quinta-feira (3) à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do transporte público, da Câmara dos Vereadores de Curitiba, que o código-fonte do sistema de bilhetagem eletrônica dos ônibus não pertence à Urbs. Ele relatou que uma quantia a mais deveria ter sido paga para que o programa fosse comprado, mas que, à época, a empresa que administra os ônibus da capital relatou não ter dinheiro para bancar essa diferença.

      A afirmação vai contra o que disse o ex-presidente da Urbs Marcos Isfer, no último dia 19, quando falou à CPI sobre o Sistema de Bilhetagem Eletrônica (SBE). Isfer citou que “o código-fonte pertence à Urbs através do ICI [Instituto Curitiba Informática]”. O que causa um impasse é o fato de o ICI ter subcontratado a empresa Datapron para desenvolver o sistema. Em agosto, a Urbs chegou a receber uma proposta de venda do sistema pela Datapron por R$ 4 milhões. A briga foi parar na Justiça depois que a negociação fracassou.

Fonte: Gazeta do Povo

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Plenário aprova prorrogação da CPI do Transporte por 30 dias

camara_de_curitiba     A Câmara Municipal de Curitiba aprovou o pedido de prorrogação das investigações da CPI do Transporte Coletivo por 30 dias. Com a aprovação do requerimento, assinado por diversos integrantes do colegiado, os vereadores têm até 28 de outubro para concluir os trabalhos – que começaram em 28 de junho e deveriam ser encerrados no próximo dia 28 de setembro (083.00039.2013).

      A prorrogação foi aprovada pela CPI na reunião administrativa do dia 10 de setembro. Após as investigações, o relator da CPI, Bruno Pessuti (PSC), tem 15 dias para entregar o relatório – prazo que também pode ser prorrogado por mais 15 dias. “Acredito que conseguiremos concluir tudo, já que temos mais 45 dias de investigações. A não ser que surjam novas denúncias, esse tempo será suficiente para encerrar”, garantiu.

Fonte: Site da CMC

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