Por que as pessoas fumam?

combate_tabagismo      A nicotina, presente em qualquer derivado do tabaco é considerada droga por possuir propriedades psicoativas, ou seja, ao ser inalada produz alteração no sistema nervoso central, trazendo modificação no estado emocional e comportamental do usuário que pode induzir ao abuso e dependência. O quadro de dependência resulta em tolerância, abstinência e comportamento compulsivo para consumir a droga, estabelecendo-se assim um padrão de auto-administração caracterizado pela necessidade tanto física quanto psicológica da substância, apesar do conhecimento de seus efeitos prejudiciais à saúde.

      Muitos são os fatores que podem levar a pessoa a experimentar drogas, já que é histórica a tendência humana de buscar formas de alterar sua consciência de modo a produzir prazer e modificar seu humor. De maneira geral a possibilidade do encontro com a droga se dá na adolescência, fase caracterizada por muitas transformações físicas e emocionais , angústias e busca de respostas.

Fonte: INCA

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Projeto inclui bitucas de cigarros na lei da logística reversa

Noemia Rocha já havia apresentado, em 2009, projeto que obrigava empresas a recolherem bitucas de cigarro. (Foto - Andressa Katriny/CMC)

Noemia Rocha já havia apresentado, em 2009, projeto que obrigava empresas a recolherem bitucas de cigarro. (Foto – Andressa Katriny/CMC)

    Bitucas, filtros de cigarros e outros produtos fumígenos podem ser acrescentados à “lei da logística reversa” (lei municipal 13.509/2010), que especifica os itens cujo descarte adequado deve ser responsabilidade das empresas produtoras e revendedoras, sob pena de multa por descumprimento da obrigação. É o que pretende o projeto de lei protocolado no dia 9 de junho pela vereadora Noemia Rocha (PMDB), que já começou a tramitar na Câmara de Curitiba (005.00148.2014).

       A proposta já havia sido apresentada por Noemia Rocha em 2009 (005.00227.2009) e, conforme esclarece a vereadora, “se agora for integralmente aprovada, confirmaria a vocação de nosso município no pioneirismo em grandes soluções ambientais, alçando nossa cidade ao ‘primeiro time’ das grandes cidades mundiais em qualidade de vida e desenvolvimento sustentável, com uma política ambiental clara, humana, moderna e de vanguarda”.

      O projeto de 2009, que previa logística reversa para bitucas, chegou a ser aprovado pelos vereadores dois anos atrás, gerando a lei municipal 14.152/2012. Só que o texto original de Noemia Rocha recebeu um veto parcial do então prefeito Luciano Ducci (PSB), que foi mantido pelos parlamentares.

      Com a mudança do Executivo, foi retirado da norma o artigo que responsabilizava os fabricantes e os distribuidores de cigarro pela coleta, transporte, reciclagem e disposição final dos resíduos foi integralmente vetado. Contudo, foi mantida a proibição de jogar os filtros de cigarro em vias, praças, parques e outros locais públicos.

       Ao reapresentar a iniciativa, Noemia Rocha não deseja alterar a lei que foi criada pelo projeto anterior, mas incluir na outra norma (lei municipal 13.509/2010), que estabelece regras para o descarte de pilhas, lâmpadas, solventes, tintas e eletrônicos. Diferente da norma do cigarro, a outra já tem aprovadas multas que variam de R$ 100 a R$ 10 mil para quem descumprir o manejo do descarte.

      Para a vereadora, “a inclusão das bitucas de cigarro entre os chamados resíduos especiais (passíveis de reciclagem), não tem o intuito de proibir e punir, mas sim, educar e conscientizar nossa população. A reciclagem deste material além de simples é extremamente proveitosa”, defendeu Noemia. “Curitiba tem 18,2% de fumantes entre a população, o que gera diariamente 1,5 toneladas de bitucas de cigarro”, reclama.

Fonte: Site da CMC

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Vereador cobra votação de lei para proibir lixo nas ruas

A vereadora Noemia Rocha relembrou lei de sua autoria que não atingiu completamente seu objetivo. (Foto – Anderson Tozato/CMC)

A vereadora Noemia Rocha relembrou lei de sua autoria que não atingiu completamente seu objetivo. (Foto – Anderson Tozato/CMC)

      A votação de projeto que proíbe descarte de lixo nas ruas de Curitiba e multa o transgressor foi cobrada pelo vereador Felipe Braga Côrtes (PSDB), na sessão desta segunda-feira (31), na Câmara Municipal. O parlamentar, autor da proposta, ressaltou que a cidade de Maringá aprovou lei semelhante neste mês e argumentou que sua iniciativa (005.00199.2013), acatada pelas comissões permanentes, já deveria ter sido votada.

      Braga Côrtes comentou sobre a aplicação de lei semelhante na cidade do Rio de Janeiro e os resultados positivos alcançados. “É uma utopia dizer que não há lixo no Rio de Janeiro, mas em alguns bairros a norma está sendo bem cumprida, através da abordagem e multa àqueles que jogam lixo na rua”, considerou. Outras cidades brasileiras, como Belo Horizonte-MG e Guarulhos-SP já possuem norma para o tema, exemplificou.

      A vereadora Noemia Rocha (PMDB) afirmou que “está virando rotina termos projetos tramitando aqui em Curitiba, mas que são aprovados antes em outros lugares”. Noemia lembrou ainda de lei aprovada pela Câmara Municipal em 2013, de sua autoria, que proibia o descarte de bitucas de cigarro nas ruas, mas que sofreu veto quanto à destinação correta do material.

Fonte: Site da CMC

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Tabagismo

tabagismo      Os números do tabagismo no mundo são alarmantes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, a cada dia, 100 mil crianças tornam-se fumantes em todo o planeta. Cerca de cinco milhões de pessoas morrem, por ano, vítimas do uso do tabaco. Caso as estimativas de aumento do consumo de produtos como cigarros, charutos e cachimbos se confirmem, esse número aumentará para 10 milhões de mortes anuais por volta de 2030.

      Ainda segundo a OMS, o fumo é uma das principais causas de morte evitável, hoje, no planeta. Um terço da população mundial adulta – cerca de 1,3 bilhão de pessoas – fuma: aproximadamente 47% da população masculina e 12% da população feminina fazem uso de produtos derivados do tabaco. Nos países em desenvolvimento, os fumantes somam 48% dos homens e 7% das mulheres, enquanto nos desenvolvidos, a participação do sexo feminino mais do que triplica, num total de 42% de homens e 24% de mulheres fumantes.

       No Brasil, pesquisa realizada recentemente pelo Ministério da Saúde, por meio do Instituto Nacional de Câncer (Inca), indica que 18,8% da população brasileira é fumante (22,7% dos homens e 16% das mulheres).

Fonte: Portal da Saúde

STF decide sobre futuro do cigarro

fumantesAnvisa quer proibir a adição de substâncias que alterem o seu sabor e aroma com o objetivo de tornar o fumo mais palatável

      O Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir nesta semana sobre a liberação ou não de substâncias aditivas em cigarros. Essa se tornou a mais nova batalha entre governo, grupos antitabagismo e os fabricantes. Em jogo está a Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa de n.º 14 que proibia, a partir de setembro deste ano, a adição de qualquer substância ao fumo que altere o seu sabor e aroma. Pelas regras da resolução, só fica permitido o uso de tabaco, água e outras substâncias essenciais para o processo de fabricação do cigarro – como agentes de combustão, por exemplo. Os açúcares também estão liberados, mas apenas para recompor o teor da substância que era encontrado no tabaco antes do processo de secagem.

      Por ora, a proibição está suspensa, devido a uma decisão liminar da ministra do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber. Mas a torcida dos grupos antitabagismo é que o Supremo acabe mantendo a resolução da Anvisa. Cientificamente, ainda não há nada que comprove que o cigarro que contém essas substâncias seja mais prejudicial à saúde que o tabaco puro. Porém, para quem luta contra o tabagismo, a proibição desses aditivos é uma medida importante para inibir o uso de cigarros por jovens. Isso porque as substâncias vetadas pela Anvisa tornam o fumo mais palatável – seja conferindo sabor, seja reduzindo os aspectos irritantes da fumaça.

Fonte: Gazeta do Povo

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Notas do Plenário – Limpeza

bituca      A líder da oposição, Noemia Rocha (PMDB), quer informações da prefeitura sobre o cumprimento da lei municipal nº 14.152/2012, de sua autoria, que dispõe sobre a destinação ambientalmente correta de filtros de cigarros. “A norma impõe o dever de o município implementar campanhas educativas visando à conscientização dos cidadãos no tocante à limpeza dos logradouros públicos, por meio da proibição do descarte das bitucas de cigarros”, justifica a vereadora.

Fonte: Site da CMC

Noemia Rocha fala sobre “lei das bitucas” na Rede Massa

DSCN4846    A “lei das bitucas” foi tema de entrevista concedida pela vereadora Noemia Rocha (PMDB) à Rede Massa, nesta semana. Durante a conversa, ela comentou a lei do Rio de Janeiro, sancionada recentemente, fazendo um comparativo com a da capital paranaense. A matéria seja exibida em breve no Jornal da Massa.

    Para a parlamentar, sua iniciativa perdeu a essência no momento em que teve parte do texto vetado. “A lei se tornou inócua, pois foi tirada a responsabilidade de quem lucra com o tabaco e transferida para o consumidor. Não serão instaladas lixeiras específicas para a coleta do material e nem feita a reciclagem”. De acordo com ela, o projeto será reapresentado na Câmara de Curitiba.