Audiência pública tem questionamentos à dívida previdenciária

plenario    O projeto de lei enviado semana passada (005.00069.2016) à Câmara, em que a prefeitura propõe parcelar em 60 vezes a dívida com o IPMC (Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba), foi questionado durante a audiência de prestação de contas do Executivo. A secretária de Finanças, Eleonora Fruet, defendeu que o repasse do aporte extra instituído pela lei municipal 12.821/2008, que deixou de ser executado entre agosto de 2015 e abril 2016, seria normalizado nesta terça-feira (31), com o pagamento dos R$ 26 milhões relativos a maio. “Não houve necessidade, neste ano, de usar esse recurso adicional. Estamos em dia com os outros repasses [previdenciários]”, argumentou.

     “Em 31 de dezembro de 2012 [último dia da gestão do prefeito Luciano Ducci], o IPMC tinha R$ 780 milhões aplicados e R$ 109 milhões em imóveis. Passado esse período, houve uma velocidade maior nas aposentadorias, aumento salarial e o valor do aporte passou para quase R$ 200 milhões por ano. A gente aportou mais de R$ 450 milhões, que fez falta em outras áreas. Com isso, para vocês terem ideia, o patrimônio do instituto hoje é de R$ 2 bilhões”, justificou a secretária municipal. Eleonora também defendeu que o parcelamento é legal, “aprovado pelo Ministério da Previdência Social”.

Fonte: Site da CMC

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