Ouvidoria recebeu mais de 350 manifestações em 2015

cmc    Nesta quarta-feira (21), durante a sessão plenária da Câmara Municipal, o ouvidor de Curitiba, Clóvis Costa, prestou contas das atividades realizadas em 2015. Desde que o órgão começou a funcionar, em 1º de abril, foram registradas 358 manifestações, a maior parte queixas por problemas na iluminação pública.

     “Procuramos a Secretaria de Obras Públicas para entender por que houve um pico de reclamações no mês de julho, quando recebemos 108 queixas. Segundo a pasta, o software de gestão da iluminação venceu, e a próxima licitação está programada para o mês de setembro”, explicou. Segundo os dados apresentados, dos 358 registros feitos pela Ouvidoria, foram 233 reclamações, 65 solicitações, 33 denúncias, 10 dúvidas, 7 pedidos de informação, 7 sugestões e 3 elogios.

    “Nesses primeiros meses, nosso trabalho tem se concentrado em mostrar qual é o papel da Ouvidoria, que é um instrumento de participação social, de interlocução entre o cidadão e o legislativo”, explicou. Clóvis Costa acrescentou que a Ouvidoria tem o papel de mediar soluções para os problemas da cidade, servindo de instrumento de gestão pública. “Existe para resolver situações identificadas, apresentando sugestões para melhoras”, afirmou.

     Em relação às despesas, foram gastos R$ 12.381. Desses, R$ 4.120 referem-se a diárias, R$ 3.294,82 a passagens e R$ 4.966,18 a hospedagens. Os valores, indicou o ouvidor, são decorrentes de viagens de representação e para treinamento da equipe que passou a compor a estrutura.

Recomendações administrativas

     Entre as recomendações administrativas emitidas pela Ouvidoria está a de assegurar ao usuário do serviço funerário o direito de receber todas as orientações necessárias sobre os serviços disponíveis, mediante a afixação de placa ou banner em local visível e de fácil acesso, em tamanho não inferior a quatro m², com a descrição objetiva dos serviços, produtos e valores.

     Sobre o assunto, a vereadora Noemia Rocha (PMDB) questionou se essas diretrizes estão sendo seguidas pelas funerárias. Clóvis Costa respondeu que houve uma melhora na identificação visual. “Hoje já encontramos as informações melhor dispostas”, disse.

Fonte: Site da CMC

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