Câmara de Curitiba recebe reivindicações de hospitais do SUS

Foram representados os hospitais Erasto Gaertner, Pequeno Príncipe, Cajuru, Santa Casa de Misericórdia, Evangélico, Nossa Senhora das Graças, São Vicente e Santa Madalena Sofia. (Foto – Chico Camargo/CMC)

Foram representados os hospitais Erasto Gaertner, Pequeno Príncipe, Cajuru, Santa Casa de Misericórdia, Evangélico, Nossa Senhora das Graças, São Vicente e Santa Madalena Sofia. (Foto – Chico Camargo/CMC)

       A Câmara Municipal de Curitiba recebeu, na sessão desta quarta-feira (5), representantes de hospitais da cidade que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Por proposição da Comissão de Saúde, Bem-Estar Social e Esporte, que têm mediado o debate entre o Executivo e o segmento, as instituições apontaram atraso no pagamento pela produção (atendimentos) de setembro e apresentaram reivindicações aos vereadores.

     O superintendente do Erasto Gaertner, Adriano Rocha Lago, falou em nome do grupo formado pelo hospital, o Pequeno Príncipe, o Cajuru, a Santa Casa de Misericórdia e o Evangélico. Também acompanharam o debate representantes do Nossa Senhora das Graças, São Vicente e Santa Madalena Sofia.

       Lago destacou quatro pontos: repasses pela produção dos hospitais em setembro e outubro; como evitar atrasos nos meses subsequentes; reajuste no pagamento dos serviços prestados e regulamentação da triagem dos pacientes de outras cidades atendidos em Curitiba. “Existe o diálogo, por iniciativa de várias esferas, mas precisamos que seja mais assertivo, para chegarmos a soluções. Reconhecemos os esforços da prefeitura e da Secretaria Municipal da Saúde para sanar as dívidas. Alguns hospitais tinham atrasos de 2011, que já foram quase todos quitados”, afirmou.

      “Os hospitais filantrópicos têm interesses públicos e pertencem à sociedade”, declarou o diretor clínico do Pequeno Príncipe, Donizetti Giamberardino Filho. Ele pediu à Câmara a revisão da lei que trata do Fundo Municipal da Saúde (14.064/2012), responsável pela gestão dos recursos. “A norma tira poder da Secretaria da Saúde, atribuindo a quitação para a Secretaria de Finanças. Para mim, isso fere a legislação federal”, argumentou.

      A presidente da Comissão de Saúde, Noemia Rocha (PMDB), informou que o colegiado discute o problema nesta sexta-feira (7), às 14h, com o secretário municipal da Saúde, Adriano Massuda. Representantes dos hospitais foram convidados para o debate. Ela defendeu investimentos da prefeitura para a ampliação da capacidade de atendimento dos hospitais já existentes, ao invés da construção de equipamentos públicos.

Fonte: Site da CMC

(Leia a matéria na íntegra)

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